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sexta-feira, 6 de maio de 2011
" Amizade "
"Há tempos que tento demonstrar pra vocês que descobri confiança, descobri lealdade, descobri união, descobri quem me entendesse, quem me ajudasse, quem gostasse de ouvir meus problemas mesmo sendo chatos e não tendo soluções, quem gostasse de compartilhar momentos do meu lado, de bons até ruins, quem sempre lutou com unhas e dentes pra me ver bem, me fizeram perder meu medo, e descobrir que sou muito mais que pensei, descobri então o verdadeiro significado da palavra amizade, descobri vocês pequenos anjos de asas escondidas !"
quarta-feira, 9 de março de 2011
" Eternidade "
“Essa é a história de um homem, que viveu bons anos felizes com sua mulher. Ele à amava, como um anjo lindo, que lhe presenteou com a graça de duas crianças. Mas como o lugar dos anjos, é ao lado de Deus pai, a vontade da Suprema bondade foi buscá-la da Terra. E sobre o chão firme, tão distante do céu, continuou pisando, respirando e vivendo aquele homem. Agora, o seu rosto que foi moldado por longos anos nos traços de um sorriso, foi sendo lapidado pelo tempo, e pela amargura da solidão. Seus filhos cresceram, e nunca se deixaram esquecer da história de tenro amor que foram fruto, por mais breve que tenha sido. Seu pai os ensinou a esperar pela mulher, que merecesse seu primeiro e ultimo beijo, assim como guardar carícias para ela somente, espelhando-se na história de amor do pai e sua falecida mãe.
Numa noite de inverno, esse homem sonhou, com a presença de sua amada. Sentiu uma leve brisa fria adentrar pela janela e tocar seu ouvido, num sussurro que dizia ' um futuro próximo, reserva-nos um reencontro'. Acordou feliz, pela madrugada cinzenta, e deparou-se com a gravata que usou em seu casamento, sob o travesseiro . Uma gravata de cetim, verde musgo. Lembrou-se exatamente do dia, em que aquela gravata foi escolhida: Uma criança, na praça, uma humilde e pequena menina rodeada pela pobreza, foi quem escolheu a cor, dizendo que o verde da gravata, alimentaria acessa nele, sempre a esperança no amanhã, e assim , combinaria com o vestido branco da pureza da noiva, da mesma cor das asas invisíveis daquela menina andarilha que ditava aquela profecia. E naquele momento, ele se encontrava despertando de um lindo sonho. A gravata sob a cama, a esperança nascendo, uma revelação sobre um reencontro. Que queria dizer tudo aquilo? Não pode o eterno abençoar o que sai pela boca de uma criança?
O homem deitou-se novamente, ao observar aquela gravata, que misteriosamente veio pousar ali, fechou os olhos e adormeceu suavemente. Não, não acordou. Não se sabe se entrou em sonho profundo ou se foi viver a realidade que cumpria a profecia, num lugar celestial. Sabe-se porém, que antes de respirar pela ultima vez, conseguiu moldar no rosto o sorriso que a muito não se via em sua face. Imagino eu, que a felicidade brilha eternamente na infinidade do universo, assim como o reencontro esperado,acontecia."
Moral da história: Nem a brevidade da existência, segrega o que é verdadeiro.
quarta-feira, 2 de março de 2011
" Anjo "
"É incrível o poder que tem sobre mim, posso estar passando pela situação que for basta apenas uma conversa e tudo muda, você me faz entender que nem tudo está perdido, que sim, a felicidade está mais perto do que imagino, não é a verdade ? Você me apoia mesmo sabendo que certas decisões venham a te causar dor, você deixa de lado sua felicidade pela minha, e hoje em dia é tão raro conhecer um anjo assim, pra você pode até ser clichê mais eu insisto em dizer sem você não sei viver,você mais do que ninguém sabe que meu mundo desabou, mais eu paro e olho pro lado, e você esta aqui recolhendo os pedaços pelo caminho e tentando reconstituir, quando me vê triste sofre comigo até mesmo sem saber o motivo, mais quando me vê alegre se contenta mesmo sem ter alguma razão específica pra isso.
Quando fala comigo vejo esperança em suas palavras, eu sei que quando estou ao seu lado posso ser capaz de tudo, até de esquecer o que me aflige, pode até parecer exagero pra quem não sabe o que se passa, e todos os contras que ja vivenciamos todos desapareceram diante da nossa força, e onde ela reside nada pode impedir a felicidade, e enquanto eu me sentir assim não vou me desesperar ou desistir, preciso dizer mais alguma coisa ?"
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
" O mais velho dos meus amigos "
"Mas entenda que não é porquê estou trancada em meu quarto,debruçada na janela e embaçando o vidro com minha respiração,que o meu pensamento também esteja aprisionado,pai. Embora você minta com palavras bonitas,seus olhos estão me contando que sua alma chora em silêncio. E perceba que só porquê eu morei no seu colo até pouco tempo atrás, agora eu não possa te por sob meu cuidado. Lembra de quando você, com medo do que o mundo podia me mostrar,disse apenas “ eu quero ser seu amigo”. Pois então, papéis não ficam invertidos quando o afeto é recíproco. Eu não estou crescida demais e nem você é 'homem feito' demais para dizer “ eu preciso de um abraço”"
domingo, 30 de janeiro de 2011
" Saudades "
" Nesse tempo em que todos nos ficamos separados me fizeram perceber que minha vida so faz sentindo quando vocês estão ao meu lado, são meu ponto de equilíbrio, meus melhores sonhos, minhas melhores risadas e minhas melhores lembranças. Peço para a tristeza ir embora, mas ela insisti em ficar, só vai embora quando tudo começar,e ao IFTM retornar, queria conseguir explicar a força da nossa amizade, mais foi só assim que percebi que a amizade é algo inexplicável."
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
" Carta amiga "
"Quando você disse ADEUS pela primeira vez, eu guardei suas palavras no meu coração, junto com todos nossos segredos e nossas histórias. Eu guardei pra poder lembrar depois, quando você não mais lembrasse.
Mais a gente prometeu, a gente sonhou, a gente pediu que aquela irmandade entre nós não morresse nunca. E não é que nossas preces alcançaram o céu? Quando é verdadeiro, Deus não deixa morrer.
E a cada reencontro, eu sinto meu coração disparar ao te ver,cada vez um pouquinho maior, tenho que admitir. Mais só um pouquinho. Mais feliz, e com mais brilho nos seus olhos verdes.
É, é a gente junto resistindo ao impiedoso do tempo, a amarga da distancia e a maldosa da saudade. E é tão certo quanto o brilho da primeira estrela da noite, que irradia, mesmo que solitária.
E a cada ADEUS, eu aprendia que despedidas eram necessárias e dolorosas, mas Deus me presentiava com a dádiva de um reencontro, e você cumpria sua promessa como uma lenda,uma profecia.
Hoje, um novo ADEUS. Eu não posso evitar que você parta, como areia que escorre por entre os dedos, mas quando você diz que volta, eu sempre acredito, porque quando caminhamos em direções contrarias você é a primeira a olhar pra trás."
Mais a gente prometeu, a gente sonhou, a gente pediu que aquela irmandade entre nós não morresse nunca. E não é que nossas preces alcançaram o céu? Quando é verdadeiro, Deus não deixa morrer.
E a cada reencontro, eu sinto meu coração disparar ao te ver,cada vez um pouquinho maior, tenho que admitir. Mais só um pouquinho. Mais feliz, e com mais brilho nos seus olhos verdes.
É, é a gente junto resistindo ao impiedoso do tempo, a amarga da distancia e a maldosa da saudade. E é tão certo quanto o brilho da primeira estrela da noite, que irradia, mesmo que solitária.
E a cada ADEUS, eu aprendia que despedidas eram necessárias e dolorosas, mas Deus me presentiava com a dádiva de um reencontro, e você cumpria sua promessa como uma lenda,uma profecia.
Hoje, um novo ADEUS. Eu não posso evitar que você parta, como areia que escorre por entre os dedos, mas quando você diz que volta, eu sempre acredito, porque quando caminhamos em direções contrarias você é a primeira a olhar pra trás."
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
" A sala que é uma comédia "
"As férias já estão pela metade, ainda faltam 26 dias, a saudade bateu e adivinha de quem! Daquela sala comediante que é a nossa[Camila&Mingal/]. Nada melhor que relembrar o começo de tudo, quem já passou por aqui. No primeiro dia de aula, um dia chuvoso, e uma conversa com o diretor e com os coordenadores, e eles dispensaram uma parte da turma, a turma A. E adivinha, alguns da turma B foram embora e voltaram pro segundo dia com a cabeça raspada, foi uma fila de carequinhas!
De manhã, no terceiro dia, olhei no mural o nosso horário, era avicultura de corte. Como eu tenho um problema na voz, os bi-gabas entenderam apicultura, e eu decidi não fazer nada, apenas deixá-los levar a turma para a apicultura! Antes num ter feito isso, o pessoal quis me matar e ainda perdi a confiança deles até agora.
As coisas se regularam, já sabíamos onde era as aulas e como lanchar sem perder o lanche. As amizades foram sendo construídas. Tinha gêmeos que xingam a mãe do irmão! Começavam as provas, e a turma se reunia para a famosa cola coletiva, adivinha como foi a primeira, eu coloquei uma apostila no banheiro e toda hora tinha alguém com dor de barriga! Começaram as aulas de apicultura, e a turma brigava, para não ir pra pratica é claro! Pegamos muito mel, nosso café da manhã. Mas logo acabou e começou psicultura, a melhor que tivemos até hoje, fizemos muita, mas muita bagunça mesmo, teve afogamento, de celular! Teve escorregador na mandala e até arrastão. Chegou o dia da feira de ciências, teve uma corrida de 1 Km ou mais para pegar material na apicultura, teve algumas picadas para pegar favo de mel e paciência com o titoin para pegar o material de avicultura, coitada da galinha. A Dani foi na feira e nem viu seus futuros amigos. Também teve corrida de carriolas com a participação de nossa querida Poia. Jogamos muito UNO no ônibus, sala e em qualquer lugar. E o UNO, que foi recuperado inumeras vezes passou para o pessoal novato, esse UNO é tradição!!!
O ano acabou, mas antes, a Camila teve que comer uma mosca no último dia,sem querer é claro. E a Maiara, onde ela está até agora? Bom, ela estava em todos os acontecimentos, rindo e nos alertando como uma mãe, mas calma que daqui a pouco ela vai nos dar muita risada.
Começou o ano novamente, agora éramos os pé-quebrados. Comecemos a Dani, e como ela é uma pessoa muito cativante, logo comecei a conversar muito com ela, ela não conversa muito com a Camila, e nem conversava com a Maiara. Nossa aula pratica de Mecanização, Maiara no volante, sozinha, adivinha o que deu, deu trator atravessando a rua e quase batendo no poste! Esse ano a turma estava mais unida, todos andavam meio juntos. Veio a idéia do blog em uma aula de Construções rurais, e a Dani e Camila começaram a conversar mais, a Maiara perdeu o medo da Dani não gostar dela e vice-versa. Muita coisa aconteceu nesse tempo, e as turmas começaram a se unir, começaram a ganhar a intimidade dos professores, e da nova diretora que é muito legal. Teve uma prova que foi colada por telepatia, uma que foi colocada por pintura na parede, outra por rabiscos no quadro, outras por troca de provas, outras por plaquinhas fora da sala, assim contamos todos nossos jeitos de colar! Teve uma corrida de orientação na qual praticamente só deu nossa sala e um campeonato interno movido por batidas de garrafa e nosso hino: "Juuuuuuãããããoooooooooo"!!!Foi chegando o fim do ano, e pra encerrar o ano com chave de ouro, fizemos um amigo do chocolate, e uma pequena confraternização. Mais um ano se passou e temos boas histórias na bagagem,e aí preparados pra viver uma nova aventura ? E que venha mais alegria, mais palhaçada, mais piada, mais risos, bagunças, vamos aproveitar cada instante como se fosse o último, e talvez até seja, já que ambos vão seguir caminhos diferentes, mais sem deixar de lado nossa velha e incrível amizade."

De manhã, no terceiro dia, olhei no mural o nosso horário, era avicultura de corte. Como eu tenho um problema na voz, os bi-gabas entenderam apicultura, e eu decidi não fazer nada, apenas deixá-los levar a turma para a apicultura! Antes num ter feito isso, o pessoal quis me matar e ainda perdi a confiança deles até agora.
As coisas se regularam, já sabíamos onde era as aulas e como lanchar sem perder o lanche. As amizades foram sendo construídas. Tinha gêmeos que xingam a mãe do irmão! Começavam as provas, e a turma se reunia para a famosa cola coletiva, adivinha como foi a primeira, eu coloquei uma apostila no banheiro e toda hora tinha alguém com dor de barriga! Começaram as aulas de apicultura, e a turma brigava, para não ir pra pratica é claro! Pegamos muito mel, nosso café da manhã. Mas logo acabou e começou psicultura, a melhor que tivemos até hoje, fizemos muita, mas muita bagunça mesmo, teve afogamento, de celular! Teve escorregador na mandala e até arrastão. Chegou o dia da feira de ciências, teve uma corrida de 1 Km ou mais para pegar material na apicultura, teve algumas picadas para pegar favo de mel e paciência com o titoin para pegar o material de avicultura, coitada da galinha. A Dani foi na feira e nem viu seus futuros amigos. Também teve corrida de carriolas com a participação de nossa querida Poia. Jogamos muito UNO no ônibus, sala e em qualquer lugar. E o UNO, que foi recuperado inumeras vezes passou para o pessoal novato, esse UNO é tradição!!!
O ano acabou, mas antes, a Camila teve que comer uma mosca no último dia,sem querer é claro. E a Maiara, onde ela está até agora? Bom, ela estava em todos os acontecimentos, rindo e nos alertando como uma mãe, mas calma que daqui a pouco ela vai nos dar muita risada.
Começou o ano novamente, agora éramos os pé-quebrados. Comecemos a Dani, e como ela é uma pessoa muito cativante, logo comecei a conversar muito com ela, ela não conversa muito com a Camila, e nem conversava com a Maiara. Nossa aula pratica de Mecanização, Maiara no volante, sozinha, adivinha o que deu, deu trator atravessando a rua e quase batendo no poste! Esse ano a turma estava mais unida, todos andavam meio juntos. Veio a idéia do blog em uma aula de Construções rurais, e a Dani e Camila começaram a conversar mais, a Maiara perdeu o medo da Dani não gostar dela e vice-versa. Muita coisa aconteceu nesse tempo, e as turmas começaram a se unir, começaram a ganhar a intimidade dos professores, e da nova diretora que é muito legal. Teve uma prova que foi colada por telepatia, uma que foi colocada por pintura na parede, outra por rabiscos no quadro, outras por troca de provas, outras por plaquinhas fora da sala, assim contamos todos nossos jeitos de colar! Teve uma corrida de orientação na qual praticamente só deu nossa sala e um campeonato interno movido por batidas de garrafa e nosso hino: "Juuuuuuãããããoooooooooo"!!!Foi chegando o fim do ano, e pra encerrar o ano com chave de ouro, fizemos um amigo do chocolate, e uma pequena confraternização. Mais um ano se passou e temos boas histórias na bagagem,e aí preparados pra viver uma nova aventura ? E que venha mais alegria, mais palhaçada, mais piada, mais risos, bagunças, vamos aproveitar cada instante como se fosse o último, e talvez até seja, já que ambos vão seguir caminhos diferentes, mais sem deixar de lado nossa velha e incrível amizade."

domingo, 9 de janeiro de 2011
" Jacarandá "
"Quando eu comprei minha casa pedi para que o jardineiro plantasse uma muda de jacarandá no jardim, ao lado dos brinquedos das crianças para que pudessem ter sombra para brincar, e eu nem sabia ao certo se teria. O tempo foi passando e eu visitava o jacarandá todos os dias, fazia questão em levar água para ele, ele foi crescendo e logo ficou bem mais alto que eu. Ali era o meu lugar preferido, fazia pequiniques, lia livros e tocava. Um certo dia, por um olhar me apaixonei, deixei o meu lugar que era seguro e fui morar em outros braços. No começo foi a coisa mais linda do mundo, erámos as pessoas mais felizes do mundo, fazíamos vários planos e promessas. E o tempo foi passando, as coisas sempre mudam, ela mudou, ficou diferente, seus beijos já não eram tão quentes assim, o abraço havia afrouxado, e eu não me sentia tão seguro como antes, ela havia desaparecido e eu sentia muito sua falta, havia descobrido o que era saudade ou teria tido minha primeira desilusão? Procurava em todos os lugares, pessoas e objetos que me lembravam-a, mas só encontrava meus olhos rasos d'agua, resolvi esperá-la voltar pois me dizia que nunca me deixaria, que não importava o que acontecesse, sempre estaria comigo. Debruçado na janela do segundo andar donde sempre me despedia dela, fiquei esperando-a. Notei que havia esquecido o meu jacarandá, fui visitá-lo, ver como havia ficado o meu paraíso, ele havia acabado, estava tão triste como eu, havia sido tomado por um parasita que só lhe tirou o brilho e a vitalidade, assim como esse amor fez comigo. E como nos velhos tempos de amizade, voltei a cuidar dele e ele voltou a ser o que era antes me dando bons momentos, isso tudo me fez perceber que quando está tudo perdido, quando você está querendo voltar para os seus tempos de criança, uma amizade silenciosa é praticamente tudo que você precisa, e com o tempo as coisas vão para o seus devidos lugares!"
domingo, 31 de outubro de 2010
.::Há Vagas::.
"Sabe, hoje decidi que a partir desse momento não procurarei mais pelo amor. Ele que venha, pois sempre encontrará um coração apto para recebê-lo. Pois há aqui dentro uma morada mais calma, sem tantos conflitos. Com alguns buracos ou falhas na tinta devido aos percalços do caminho e às várias vezes em que o teto desse celebre coração foi quebrado.
No entanto, agora a casa encontra-se um pouco ocupada, devido os recentes moradores. E posso jurar que vários estão apenas se hospedando por um breve momento, contudo outros ficaram enquanto esse coração tiver uma gota sequer de vida. A paixão, o ódio, a ira e o passado, disseram que estão de passagem, mas já reservaram um espaço entre um dos buracos e completaram que não importa que o cantinho escolhido esteja feio, o que deixaram claro é a sua possível volta, e logo o amor trouxe a amizade e está por sua vez disse que não iria embora tão cedo. E por isso pegou logo o lado mais arrasado do coração e começou a recuperá-lo.
Posso sentir que em breve estará , esse coração, em estado de super lotação, e talvez poderá ate explodir, jogando em sua volta, sentimentos para que este estejam livres, para ocupar por hora, outros corações que teimam em querer vazios.
O que resta saber, é, você leitor, têm uma vaga aí?"
No entanto, agora a casa encontra-se um pouco ocupada, devido os recentes moradores. E posso jurar que vários estão apenas se hospedando por um breve momento, contudo outros ficaram enquanto esse coração tiver uma gota sequer de vida. A paixão, o ódio, a ira e o passado, disseram que estão de passagem, mas já reservaram um espaço entre um dos buracos e completaram que não importa que o cantinho escolhido esteja feio, o que deixaram claro é a sua possível volta, e logo o amor trouxe a amizade e está por sua vez disse que não iria embora tão cedo. E por isso pegou logo o lado mais arrasado do coração e começou a recuperá-lo.
Posso sentir que em breve estará , esse coração, em estado de super lotação, e talvez poderá ate explodir, jogando em sua volta, sentimentos para que este estejam livres, para ocupar por hora, outros corações que teimam em querer vazios.
O que resta saber, é, você leitor, têm uma vaga aí?"
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
.::A prova::.
"A felicidade pode estar ao nosso lado, nos pequenos atos, na simplicidade da vida e nos pequenos gestos de amizade, e até trazer a felicidade ao próximo.
“É chegado o grande dia da corrida de orientação, olhos atentos às instruções do orientador que pedia cuidado com os perigos em meio ao trajeto, logo em seguida é dada a largada, onde saímos em disparada, um bom começo e um fim emocionante. Durante a prova cai em câmera lenta e torci meu pé, minha parceira decidiu que seria melhor desistir, porem não foi isso que ocorreu, mesmo machucada continuei correndo com a mesma motivação. Já havia se passado algum tempo quando Joana se sentiu mal, seria essa a hora de desistir? Segurei sua mão e olhando em seus olhos, perguntei se agüentaria enfrentar o restante do caminho, apenas balançou sua cabeça devagar positivamente, se apoiou em mim e disse: “Vamos conseguir.”. Suas palavras entraram em minha mente e ecoaram, me dando uma injeção de força, ânimo e superação. Nesse dia aprendi que não importa o tamanho do obstáculo que aparecer, pois sempre somos fortes o bastante para vence-lo e que palavras podem mudar toda a trajetória da sua vida, pois sem aquelas singelas palavras diante de todo o acontecimento não teria me dado forças para ajuda-la mesmo precisando de ajuda e não conseguiríamos chegar ao pódio em segundo lugar. Foi como ela disse, a nossa recompensa, além das medalhas foi a prova de uma amizade verdadeira.”"
“É chegado o grande dia da corrida de orientação, olhos atentos às instruções do orientador que pedia cuidado com os perigos em meio ao trajeto, logo em seguida é dada a largada, onde saímos em disparada, um bom começo e um fim emocionante. Durante a prova cai em câmera lenta e torci meu pé, minha parceira decidiu que seria melhor desistir, porem não foi isso que ocorreu, mesmo machucada continuei correndo com a mesma motivação. Já havia se passado algum tempo quando Joana se sentiu mal, seria essa a hora de desistir? Segurei sua mão e olhando em seus olhos, perguntei se agüentaria enfrentar o restante do caminho, apenas balançou sua cabeça devagar positivamente, se apoiou em mim e disse: “Vamos conseguir.”. Suas palavras entraram em minha mente e ecoaram, me dando uma injeção de força, ânimo e superação. Nesse dia aprendi que não importa o tamanho do obstáculo que aparecer, pois sempre somos fortes o bastante para vence-lo e que palavras podem mudar toda a trajetória da sua vida, pois sem aquelas singelas palavras diante de todo o acontecimento não teria me dado forças para ajuda-la mesmo precisando de ajuda e não conseguiríamos chegar ao pódio em segundo lugar. Foi como ela disse, a nossa recompensa, além das medalhas foi a prova de uma amizade verdadeira.”"
sábado, 23 de outubro de 2010
.::Amizade::.
[Esta é uma postagem especial. Sabe porquê? Pois é o aniversário de 1 mês do blog! Nossa, que legal né. Então é graça a vocês, leitores e amigos, que nos deram apoio psicológico para começar, inspiração para escrever e motivação para continuar!
A próxima postagem tem um pedacinho dos quatros! É o sentimento que nos uni e nos unirá até quando existirmos! E vamos estar colocando aqui nossas Coisas&Emoções até quando a mente tiver fértil.../]
"Uma palavra sete letras e com toda certeza o vocábulo mais sublime dentre toda pobreza da linguagem humana. Não existe ninguém que saiba explicar e ninguém que nunca tenha sentido. Permuta por alem da vida, supera fronteiras de tempo e distancia e coexiste debaixo de sete chaves.
Vai e vem deixando lembranças, conselhos e lições. É mutável, insubstituível é o alicerce da vida, e também sua imagem.
Há momentos que pode ser sentido intensamente, através de uma tela de computador onde não importa a raça, o sexo, o credo ou a classe social, e sim o que a pessoa carrega por dentro, não podemos nos olhar nos olhos, no entanto as emoções são sentidas em nossos corações.
Algumas pessoas tentam em encontrar uma definição que abranja todas essas ondas de sentimentos que caminham paralelas a essa palavra. Talvez por muito tempo essa busca se torne a cada dia vão, então o que se fazer?
Esquecer esse sentimento, parar de vivenciá-lo. Como caminhar com uma coisa que eu não conheço. Onde estarão as piores conseqüências na renuncia ou na aceitação. Quiçá uma antiga frase de Sócrates defina não o sentimento mais sim a loucura que é a vivencia de estar dividindo-o com outra pessoa, ”Só sei que nada sei”.
Amizade, um sentimento, uma irmandade, um amor além das fronteiras, um eu em você, uma palavra sete letras, e a possibilidade de se construir uma nova estória aonde não se existe protagonista..."
[Acredito que duas pessoas nunca se conhecem por acaso. Quem dirá quatro. A vida já reservava pra nós as coisas assim,porquê era assim que deveria ser. Eu gosto de pensar assim. Sem coincidências,sem destino. Tudo parte de um plano maior,que esperava apenas pelo amadurecimento de nossas ideias e o dia sagrado do encontro desse quarteto. Amadurecimento esse,que na noite do dia 22 de outubro,rendeu as risadas mais sinceras das vidas de todos nós,confessadas .
E que a vida é feita de escolhas ,todo mundo já sabe. Foram as escolhas que nos trouxeram até aqui. Cada vez que um de nós preferiu um bom livro à algumas horas ociosas. Um jeito de ver diferente,ao invés de observar o detalhe como todos. Sair pela contramão quando todo mundo correu contra nós. E escolher o sim, foi essencial para que tudo começasse a tomar seu rumo,seu lugar ao Sol. E a noite dessa data foi perfeita. Em meio a comemorações, a gente sempre se esquece que chegarão as dificuldades. E aprender a superá-las, o mundo encara de forma única,chamando o nome de 'dar a volta por cima',vira arte.
Mas sabe oque nós concluímos hoje? Que apenas os começos valem a pena serem contados. Apenas os minutos,horas e meses que se iniciam,e nunca o tempo que faz desde que terminou . Quantos como esses se seguirão? Eu sinceramente,não sei. Mas que dure o tempo necessário,pra marcar a memória de cada um dos dos nossos amáveis leitores,que diante de tantas coisas escritas,eles identifiquem suas emoções !/]
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
" Quando mais conheço os homens,mais amo os animais! "
"Essa é uma história de amor. Não amor,destes romances de casais ,com palavras perfeitas e beijos de cinema,da forma como a monotomia nos apresenta. Ao contrario do que muitos sabem,o amor vai além do estado de espirito'' apaixonado''. Ele se apresenta das mais variadas maneiras: vai desde o sentimento que acontece entre dois amigos sinceros até o carinho que parte de um pai para um filho. A maior verdade que poderá desenrolar diante dos teus olhos é essa: toda forma de amor deveria se espelhar no exemplo como seus pais se relacionam com seus filhos,querendo-lhes sempre o melhor,mesmo que os cause dor e concedendo-lhes sempre liberdade.
Mas esta história,trata de um sentimento puro e sincero o bastante para ser chamado de companheirismo. As circunstâncias eram cruéis : um homem do qual,lhe foi retirado irremediavelmente o sentido de enxergar e a sua visão era ditada por um cão guia.
A sua confiança era tamanha. Era o animal que o guardava dos perigos constantes,como a travessia de uma rua qualquer ou um malfeitor que surgisse.
Tão grandiosa aquela tarefa,que o mundo do homem,agora era descrito pela limitada visão monocromática do cão. Dormiam no mesmo quarto,ambos comiam sempre a mesma comida, e os dois eram corinthianos. Domingos de jogo,na euforia do grito rouco do interlocutor do rádio,quando o grito era '' gol'',vibravam juntos.
No desdobrar de dez anos de fidelidade,existiu um dia que tinha tudo pra ser tão calmo. Amanheceu a casa em silencio,naquela sexta feira de novembro. O coração pequeno do cão não pulsava. Sobre ruínas de desalento,o homem não sabia como proceder. Não tinha ninguém que o socorresse,ninguém para procurar ,ou entender as lagrimas que molhavam o canssaço da fisionomia triste,fazendo brotar dos olhos ineficientes,todo um rio da amargura de uma história que chegou ao fim.
Como pôde um homem,ter no mundo inteirinho,apenas um cão com quem contar? É incabível a forma como que, no ciclo biológico de um homem,caibam a vida de seis cães. Ele o queria fazer eterno,naquele instante. Para que sua companhia solitária durasse,enquanto suas almas existissem. E isso para a vida sofrida daquele homem,significava um tempo considerado muito. Maior do que o tempo que ele não conheceu o céu, maior do que a diversividade das cores,que lhes eram estranhas.
Aquele cão,com certeza foi, o M E L H O R -A M I G O do homem..."
Mas esta história,trata de um sentimento puro e sincero o bastante para ser chamado de companheirismo. As circunstâncias eram cruéis : um homem do qual,lhe foi retirado irremediavelmente o sentido de enxergar e a sua visão era ditada por um cão guia.
A sua confiança era tamanha. Era o animal que o guardava dos perigos constantes,como a travessia de uma rua qualquer ou um malfeitor que surgisse.
Tão grandiosa aquela tarefa,que o mundo do homem,agora era descrito pela limitada visão monocromática do cão. Dormiam no mesmo quarto,ambos comiam sempre a mesma comida, e os dois eram corinthianos. Domingos de jogo,na euforia do grito rouco do interlocutor do rádio,quando o grito era '' gol'',vibravam juntos.
No desdobrar de dez anos de fidelidade,existiu um dia que tinha tudo pra ser tão calmo. Amanheceu a casa em silencio,naquela sexta feira de novembro. O coração pequeno do cão não pulsava. Sobre ruínas de desalento,o homem não sabia como proceder. Não tinha ninguém que o socorresse,ninguém para procurar ,ou entender as lagrimas que molhavam o canssaço da fisionomia triste,fazendo brotar dos olhos ineficientes,todo um rio da amargura de uma história que chegou ao fim.
Como pôde um homem,ter no mundo inteirinho,apenas um cão com quem contar? É incabível a forma como que, no ciclo biológico de um homem,caibam a vida de seis cães. Ele o queria fazer eterno,naquele instante. Para que sua companhia solitária durasse,enquanto suas almas existissem. E isso para a vida sofrida daquele homem,significava um tempo considerado muito. Maior do que o tempo que ele não conheceu o céu, maior do que a diversividade das cores,que lhes eram estranhas.
Aquele cão,com certeza foi, o M E L H O R -A M I G O do homem..."
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