sexta-feira, 30 de setembro de 2011
João Augusto e sua alma gêmea
João Augusto é um menino que tem seus 15 anos de idade e ainda não descobriu o que é uma alma gêmea. Um menino muito estudioso que ama tudo o que faz, que se dedica realmente às pessoas. Sempre voltava para sua casa no coletivo de sua cidade, e a jornada era longa, então ele ficava apreciando a paisagem e até mesmo os gestos das pessoas.
Passou por muitos momentos humorísticos e por muitos momentos deprimentes nestes idas e voltas no ônibus. Certo dia ele notou a presença de um sorriso diferente, que lhe chamava a atenção não pelo brilho, mas pelo formato da boca. Então João sentiu algo, mas não sabia bem o que, sabia que era parecido com os livros de romances, mas não tinha certeza. Ele passava horas e horas pensando em alguma forma de ser notado pela garota, mas como ele era muito tímido, ali ele não conseguiria falar com ela, não daquela forma.
Certo dia ele encontrou uma forma de dizer a ela o que sentia, resolveu escrever uma carta, afinal ele amava escrever e assim seria mais fácil e ele perderia um pouco a sua timidez. A carta foi entregue a ela antes de descer e dizia o seguinte:
"Oi espero que não se assuste com isso, mas foi a única forma de estabelecer um contato, meu nome é João Augusto e tenho 15 anos. Notei a sua presença neste ônibus a um tempo atrás, fiquei muito pensando em como lhe dizer isso, mas notei em você algo diferente, algo que eu não sei explicar, apenas sei sentir. Queria saber o seu nome, queria ser seu amigo. Acho que é só isso que posso dizer no momento e fico ansioso a espera de alguma resposta."
João Augusto foi para sua casa e não conseguiu dormi direito aquela noite.
Amanhã João Augusto descobre o que acontecerá e nós também...
Passou por muitos momentos humorísticos e por muitos momentos deprimentes nestes idas e voltas no ônibus. Certo dia ele notou a presença de um sorriso diferente, que lhe chamava a atenção não pelo brilho, mas pelo formato da boca. Então João sentiu algo, mas não sabia bem o que, sabia que era parecido com os livros de romances, mas não tinha certeza. Ele passava horas e horas pensando em alguma forma de ser notado pela garota, mas como ele era muito tímido, ali ele não conseguiria falar com ela, não daquela forma.
Certo dia ele encontrou uma forma de dizer a ela o que sentia, resolveu escrever uma carta, afinal ele amava escrever e assim seria mais fácil e ele perderia um pouco a sua timidez. A carta foi entregue a ela antes de descer e dizia o seguinte:
"Oi espero que não se assuste com isso, mas foi a única forma de estabelecer um contato, meu nome é João Augusto e tenho 15 anos. Notei a sua presença neste ônibus a um tempo atrás, fiquei muito pensando em como lhe dizer isso, mas notei em você algo diferente, algo que eu não sei explicar, apenas sei sentir. Queria saber o seu nome, queria ser seu amigo. Acho que é só isso que posso dizer no momento e fico ansioso a espera de alguma resposta."
João Augusto foi para sua casa e não conseguiu dormi direito aquela noite.
Amanhã João Augusto descobre o que acontecerá e nós também...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Os sentimentos são muito frágeis, em um segundo você pode se apaixonar ou pode se decepcionar. Mas acredito que a tristeza não seja um sentimento, a tristeza é a consequência de algum sentimento como a saudade... Então uma pessoa pode ter sido muito feliz e agora estar triste, afinal a tristeza pode ser fruto da saudade daquele passado feliz. Mas não se preocupe com isso, tudo passa e quem é que já conseguiu resistir à felicidade, quem é que nunca sorriu ao ver outro sorriso, quem é que nunca foi infeliz sendo feliz!!!
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O que foi que aconteceu com aquilo que chamávamos de amar! O que foi que aconteceu com aquilo que se resumia em beijar! Por que começou a se distanciar, começou a negar! O meu coração diz que não conseguirá te esquecer, que não quer te ver partir, que não quer viver assim sabendo que há amor, mas não há despedidas com beijos de cinema...
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
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quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Lágrimas

De repente, eu vi o horizonte trêmulo, carros e pessoas que passavam pela rua foram ficando embaçados. Meus olhos se encheram de um líquido salgado que eu conhecia bem. É, eu estáva chorando. Chorava por dentro, já à algum tempo. Mas naquele instante, chorava por fora, como se tudo que eu precisasse era mostrar ao mundo que era humana. Duas lágrimas , uma para cada lado do rosto,para marcar cada face com um risco que nasce nos olhos e morre na boca, entregando o sabor amargo da falta de esperança. Duas lágrimas apenas, para molhar uma fisionomia triste à espera de uma canção que nunca mais tocou. Duas lágrimas, só para vazar o que já não mais cabia em mim, mas guardando um rio inteirinho por dentro .
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