domingo, 10 de outubro de 2010
O que nos move?
"A busca das pessoas por resoluções rápidas, espontâneas e talvez de uma determinada forma até milagrosas para seus problemas. Não está no fato delas crerem em um deus ou algo do tipo.
Quando algo de muito ruim atormenta a humanidade, quando catástrofes ambientais assassinam centenas, milhares de pessoas. Fazendo outras tantas ajoelhar-se em prol de um milagre para a salvação do próximo ou quando uma força incalculável e inexplicável é responsável por fazer uma frágil mãe levantar toneladas para salvar um filho, ou um sentimento muito forte e sem definição move pessoas a sacrificarem-se pelas outras sem se quer ter um grau de consangüinidade entre elas.
Algumas pessoas insistem em denominam esses fenômenos como sendo apenas meras ações sócias ou um conjunto de seres que guardam ainda um pouco da chamada compaixão cristã consigo.
Então o questionamento que se faz é até que ponto podemos considerar fatos como esses como sendo explicáveis retrocessos de ações humanas?
Há uma ausência insubstituível na alma espiritual que clama por um ser além do imaginável humano, algo de certa forma até divino, existe também uma força incalculável e um sentimento indecifrável.
Para se alcançar o ápice de todas essas sensações, sentimentos. Não é necessário que se decifre nenhum pentagrama ou desvendar uma complexa cadeia de formulas químicas ou se quer descobrir o numero exato de células que formam seu corpo ou quem foi o responsável por lhe dar sopro da vida.
Basta simplesmente ter fé. Ela é uma força incalculável, a amizade é o sentimento indecifrável e Deus é o ser inexplicável.
Pois ainda que ande pelo vales das sombras, ou chegue a um ponto de sua vida em que se perdeu sua verdadeira essência. E conseguinte uma grande parte desse amor divino. O medo, a angustia e a escuridão encobriu uma significativa parte da sua vida. E você de alguma forma está perdendo sua razão. Não temereis por que mesmo com suas formulas exatas na tentativa de explicar racionalmente seus problemas mesmo com sua total falta de compreensão e até o seu não, ainda sim o meu Senhor está contigo."
Quando algo de muito ruim atormenta a humanidade, quando catástrofes ambientais assassinam centenas, milhares de pessoas. Fazendo outras tantas ajoelhar-se em prol de um milagre para a salvação do próximo ou quando uma força incalculável e inexplicável é responsável por fazer uma frágil mãe levantar toneladas para salvar um filho, ou um sentimento muito forte e sem definição move pessoas a sacrificarem-se pelas outras sem se quer ter um grau de consangüinidade entre elas.
Algumas pessoas insistem em denominam esses fenômenos como sendo apenas meras ações sócias ou um conjunto de seres que guardam ainda um pouco da chamada compaixão cristã consigo.
Então o questionamento que se faz é até que ponto podemos considerar fatos como esses como sendo explicáveis retrocessos de ações humanas?
Há uma ausência insubstituível na alma espiritual que clama por um ser além do imaginável humano, algo de certa forma até divino, existe também uma força incalculável e um sentimento indecifrável.
Para se alcançar o ápice de todas essas sensações, sentimentos. Não é necessário que se decifre nenhum pentagrama ou desvendar uma complexa cadeia de formulas químicas ou se quer descobrir o numero exato de células que formam seu corpo ou quem foi o responsável por lhe dar sopro da vida.
Basta simplesmente ter fé. Ela é uma força incalculável, a amizade é o sentimento indecifrável e Deus é o ser inexplicável.
Pois ainda que ande pelo vales das sombras, ou chegue a um ponto de sua vida em que se perdeu sua verdadeira essência. E conseguinte uma grande parte desse amor divino. O medo, a angustia e a escuridão encobriu uma significativa parte da sua vida. E você de alguma forma está perdendo sua razão. Não temereis por que mesmo com suas formulas exatas na tentativa de explicar racionalmente seus problemas mesmo com sua total falta de compreensão e até o seu não, ainda sim o meu Senhor está contigo."
sábado, 9 de outubro de 2010
Cecília e Alvaro
"A nossa história começa,como de costume,falando da vida de um casal; entretanto,não era um casal de jovens,que tinham o tempo ao seu favor,e toda vitalidade para acobertar . Eram um casal de ,literalmente ,casados .Os números diziam 38 anos,de cumplicidade e companheirismo. Os nomes são fictícios,a história é real :
22 de outubro de 1997.Uma manhã de primavera,com o cortejo de um ipê roxo,em sua calçada,fazia passarela de flores,para enfeitar o caminho por onde Cecilia passaria. Vê-lo florido,lhe dava entusiasmo para encarar o novo dia,mesmo com todas suas limitações. Os cabelos brancos harmonizavam com a longa saia,e davam-lhe um ar de experiencia. Seus olhos traziam a plenitude da simplicidade,mas a alma,decorada de benevolência. Álvaro ,que ainda estava a despertar,recebia um beijo da mulher,com aquele doce”bom dia”,reapaixonava-se por ela,todas as manhãs. Era uma linda forma de viver,que atraia os mais diversos olhares de inveja e admiração.
Ao se levantar,antes mesmo do café,aquele eterno romântico saia as pressas,sem explicações,e ela já sabia,apenas aguardava. Ele corria até a floricultura da esquina,trazia-lhe uma rosa branca,lapidada,sem espinhos,poderiam ferir a mão da amada. O dia começava apenas, com o sorriso dela,ao ver a brancura das pétalas.
Em uma semana,seria o aniversario dele. Ela sempre surpreendia,contraditoriamente,da forma mais casual possível. Comprou um par de sapatos,preparou um bilhete,que dia exatamente o segiunte:
“__Álvaro,meu amado. Amores são como livros. Uns maiores, outros menores; alguns profundos, outros mais superficiais. Há aqueles que lemos quando pequenos logo que aprendemos
a ler e que nos acompanham por toda a vida; há os que lemos há muito tempo e reencontramos inusitadamente, acompanhados de uma avalanche de lembranças. Algumas pessoas encontram
livros perfeitos, livros feitos para elas. Há pessoas que nunca aprenderam a ler, não conheceram outros mundos, outras formas de pensar, não ousaram. Mais você,foi o livro,da qual a história,nunca me cansei,li e reli várias vezes e mesmo encontrando o ponto final,não existiu o fim “
O dia esperado chegou,Álvaro fazia anos. A noite,ela parabenizou o marido,beijou-o lentamente,recordando juventude. E ele olhou-a nos olhos,e contou a ela,sua história favorita;o dia em que ele a pediu em casamento:
__Recorda-se de como te convenci a casar comigo?
Ela sorriu,o sorriso calado na linguagem de ambos,significava resposta positiva. Ele prosseguiu:
__Segurei suas mãos e disse:Case-se comigo,você é a única que poderá me dar dois filhos de olhos verdes iguaizinhos aos teus.
__Passaram-se quatro anos e vieram os dois meninos. De olhos bem castanhos, como os do pai. “Ah, não tem problema... São lindos que nem a mãe!” __Cecilia repetia.
Cecilia entregou o presente e o bilhete a Álvaro. Carinhosamente disse:
__Desde que te conheço__e com ênfase__e olha que isso tem 38 anos,eu te vi usar apenas um par de sapatos. Já te presentei com sapatos novos antes,mais nunca os vi em seus pés.
Álvaro leu o bilhete com calma,agradeceu a mulher pelo presente e foi logo contando,o único segredo que havia entre eles:
__Cecilia querida. Um dia conheci uma pobre moça,onde seus negócios iam muito mal,ela fecharia sua humilde loja de sapatos. Senti necessidade de ajudá-la. Entrei,encontrei um par de sapatos que fitaram-me muito simpáticos. Escolhi comprar ali ,sapatos para o resto da vida. Foram dezenas de pares. Nunca mais useis outros sapatos a não ser aqueles. Hoje,este é o ultimo par que sobrou. E ainda tem um furo na sola__disse corando a face,como quem sentia vergonha__ Sinto que devo isso aquela moça.
Cecilia compreendeu seu ato de generosidade,mas não entendia porque tamanha devoção a meros pares de sapatos.
Naquela noite,deitaram-se na cama,sem caricias,sem beijos,sem desejos e calores. Seus braços se encontraram,parecia haver encaixe simétrico. E eles dormiram como dois irmãos. Nada tão puro,tão celestial. Apenas disse a ela que a amava,e carregaria consigo,por onde seguisse. Ela consentiu as palavras com nostalgia. Amanheceu,sem rosa branca pela manha,sem “bom dia” ,sem amor no ar. Álvaro não mais respirava ,estava frio.
Cecilia ouviu o eco das palavras da véspera:
“__Eu comprei sapatos pra vida toda...este é meu ultimo par ….ele tem um furo na sola...”
Uma lagrima correu no semblante cansado ,os olhos verdes brilhavam úmidos. Percebeu,que as ultimas palavras,foram a despedida. Ela permanecia apaixonada por Álvaro em cada amanhecer. Ele pulsava dentro dela ."
22 de outubro de 1997.Uma manhã de primavera,com o cortejo de um ipê roxo,em sua calçada,fazia passarela de flores,para enfeitar o caminho por onde Cecilia passaria. Vê-lo florido,lhe dava entusiasmo para encarar o novo dia,mesmo com todas suas limitações. Os cabelos brancos harmonizavam com a longa saia,e davam-lhe um ar de experiencia. Seus olhos traziam a plenitude da simplicidade,mas a alma,decorada de benevolência. Álvaro ,que ainda estava a despertar,recebia um beijo da mulher,com aquele doce”bom dia”,reapaixonava-se por ela,todas as manhãs. Era uma linda forma de viver,que atraia os mais diversos olhares de inveja e admiração.
Ao se levantar,antes mesmo do café,aquele eterno romântico saia as pressas,sem explicações,e ela já sabia,apenas aguardava. Ele corria até a floricultura da esquina,trazia-lhe uma rosa branca,lapidada,sem espinhos,poderiam ferir a mão da amada. O dia começava apenas, com o sorriso dela,ao ver a brancura das pétalas.
Em uma semana,seria o aniversario dele. Ela sempre surpreendia,contraditoriamente,da forma mais casual possível. Comprou um par de sapatos,preparou um bilhete,que dia exatamente o segiunte:
“__Álvaro,meu amado. Amores são como livros. Uns maiores, outros menores; alguns profundos, outros mais superficiais. Há aqueles que lemos quando pequenos logo que aprendemos
a ler e que nos acompanham por toda a vida; há os que lemos há muito tempo e reencontramos inusitadamente, acompanhados de uma avalanche de lembranças. Algumas pessoas encontram
livros perfeitos, livros feitos para elas. Há pessoas que nunca aprenderam a ler, não conheceram outros mundos, outras formas de pensar, não ousaram. Mais você,foi o livro,da qual a história,nunca me cansei,li e reli várias vezes e mesmo encontrando o ponto final,não existiu o fim “
O dia esperado chegou,Álvaro fazia anos. A noite,ela parabenizou o marido,beijou-o lentamente,recordando juventude. E ele olhou-a nos olhos,e contou a ela,sua história favorita;o dia em que ele a pediu em casamento:
__Recorda-se de como te convenci a casar comigo?
Ela sorriu,o sorriso calado na linguagem de ambos,significava resposta positiva. Ele prosseguiu:
__Segurei suas mãos e disse:Case-se comigo,você é a única que poderá me dar dois filhos de olhos verdes iguaizinhos aos teus.
__Passaram-se quatro anos e vieram os dois meninos. De olhos bem castanhos, como os do pai. “Ah, não tem problema... São lindos que nem a mãe!” __Cecilia repetia.
Cecilia entregou o presente e o bilhete a Álvaro. Carinhosamente disse:
__Desde que te conheço__e com ênfase__e olha que isso tem 38 anos,eu te vi usar apenas um par de sapatos. Já te presentei com sapatos novos antes,mais nunca os vi em seus pés.
Álvaro leu o bilhete com calma,agradeceu a mulher pelo presente e foi logo contando,o único segredo que havia entre eles:
__Cecilia querida. Um dia conheci uma pobre moça,onde seus negócios iam muito mal,ela fecharia sua humilde loja de sapatos. Senti necessidade de ajudá-la. Entrei,encontrei um par de sapatos que fitaram-me muito simpáticos. Escolhi comprar ali ,sapatos para o resto da vida. Foram dezenas de pares. Nunca mais useis outros sapatos a não ser aqueles. Hoje,este é o ultimo par que sobrou. E ainda tem um furo na sola__disse corando a face,como quem sentia vergonha__ Sinto que devo isso aquela moça.
Cecilia compreendeu seu ato de generosidade,mas não entendia porque tamanha devoção a meros pares de sapatos.
Naquela noite,deitaram-se na cama,sem caricias,sem beijos,sem desejos e calores. Seus braços se encontraram,parecia haver encaixe simétrico. E eles dormiram como dois irmãos. Nada tão puro,tão celestial. Apenas disse a ela que a amava,e carregaria consigo,por onde seguisse. Ela consentiu as palavras com nostalgia. Amanheceu,sem rosa branca pela manha,sem “bom dia” ,sem amor no ar. Álvaro não mais respirava ,estava frio.
Cecilia ouviu o eco das palavras da véspera:
“__Eu comprei sapatos pra vida toda...este é meu ultimo par ….ele tem um furo na sola...”
Uma lagrima correu no semblante cansado ,os olhos verdes brilhavam úmidos. Percebeu,que as ultimas palavras,foram a despedida. Ela permanecia apaixonada por Álvaro em cada amanhecer. Ele pulsava dentro dela ."
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Pare. Pense. Reflita.
"Já parou para pensar que enquanto você reclama da sua vida existem pessoas espalhadas no mundo em situações piores? Enquanto você critica sua comida, muito não têm o que comer? Enquanto você reclama a ausência de um tênis da moda, muitos andam com os pés nus? Enquanto você reclama que não tem amigos o suficiente, muitos não têm nenhum e consequentemente se sentem sós, desamparados, esquecidos pelo mundo. Já parou para pensar que metade dos nossos erros nascem quando deveríamos agir ao invés de pensar, e de pensar ao invés de agir? Que enquanto as pessoas continuarem se importando mais com o dinheiro do que com o caráter não conseguiremos progredir?
Sabia que isso está se tornando uma guerra interna! A sensação é semelhante a quando assistimos um filme de terror e ficamos sem dormir por medo que o terror do filme possa de alguma forma se tornar real. Isso já te aconteceu? Talvez seja esse o nosso erro, aceitar as coisas como são e, portanto não questioná-las. Qual é a verdade?
Desde a revolução industrial as maquinas tomam o espaço do homem no sistema de produção, no entanto agora ela está se tornando o lugar do homem na sociedade! Mudando radicalmente o convívio familiar, a criação dos filhos e isso de alguma forma irá afetar os homens, ou seja, os pais e chefes de família no futuro.
Então já sabe né, se algo te afligir e criar um nó na garganta, não engula, questione, fale. Você é o verdadeiro responsável por criar as palavras para um futuro bom. O autor principal da sua história!"
Sabia que isso está se tornando uma guerra interna! A sensação é semelhante a quando assistimos um filme de terror e ficamos sem dormir por medo que o terror do filme possa de alguma forma se tornar real. Isso já te aconteceu? Talvez seja esse o nosso erro, aceitar as coisas como são e, portanto não questioná-las. Qual é a verdade?
Desde a revolução industrial as maquinas tomam o espaço do homem no sistema de produção, no entanto agora ela está se tornando o lugar do homem na sociedade! Mudando radicalmente o convívio familiar, a criação dos filhos e isso de alguma forma irá afetar os homens, ou seja, os pais e chefes de família no futuro.
Então já sabe né, se algo te afligir e criar um nó na garganta, não engula, questione, fale. Você é o verdadeiro responsável por criar as palavras para um futuro bom. O autor principal da sua história!"
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
AutoConfiança
"A aula de matemática pode ensinar mais do que cálculos, pode se tornar uma aula de reflexão quando é dada por um professor como o nosso.
Ele é cheio de contar histórias e teve uma que mexeu muito com meus neurônios que falava o seguinte:
“O rei possuía um elixir da beleza e um dia decidiu transformar seu reino no mais belo. Então saiu com seu alazão branco distribuindo o elixir para as pessoas, ele notou que havia um cachorro feio querendo o elixir para ficar mais belo, mas depois de tomar o elixir não aconteceu nada! O cachorro continuou feio como era!”
Ninguém entendeu nada, a Camila me olha com um ar de que estava sem entender e para não falarem que ele era um louco, virei para a Camila e disse: “O cachorro não tinha auto confiança! Ele não se achava belo, então como os outros vão achar? Todos têm uma beleza, porém não temos confiança nela!!!”
Ele é cheio de contar histórias e teve uma que mexeu muito com meus neurônios que falava o seguinte:
“O rei possuía um elixir da beleza e um dia decidiu transformar seu reino no mais belo. Então saiu com seu alazão branco distribuindo o elixir para as pessoas, ele notou que havia um cachorro feio querendo o elixir para ficar mais belo, mas depois de tomar o elixir não aconteceu nada! O cachorro continuou feio como era!”
Ninguém entendeu nada, a Camila me olha com um ar de que estava sem entender e para não falarem que ele era um louco, virei para a Camila e disse: “O cachorro não tinha auto confiança! Ele não se achava belo, então como os outros vão achar? Todos têm uma beleza, porém não temos confiança nela!!!”
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
" Quando mais conheço os homens,mais amo os animais! "
"Essa é uma história de amor. Não amor,destes romances de casais ,com palavras perfeitas e beijos de cinema,da forma como a monotomia nos apresenta. Ao contrario do que muitos sabem,o amor vai além do estado de espirito'' apaixonado''. Ele se apresenta das mais variadas maneiras: vai desde o sentimento que acontece entre dois amigos sinceros até o carinho que parte de um pai para um filho. A maior verdade que poderá desenrolar diante dos teus olhos é essa: toda forma de amor deveria se espelhar no exemplo como seus pais se relacionam com seus filhos,querendo-lhes sempre o melhor,mesmo que os cause dor e concedendo-lhes sempre liberdade.
Mas esta história,trata de um sentimento puro e sincero o bastante para ser chamado de companheirismo. As circunstâncias eram cruéis : um homem do qual,lhe foi retirado irremediavelmente o sentido de enxergar e a sua visão era ditada por um cão guia.
A sua confiança era tamanha. Era o animal que o guardava dos perigos constantes,como a travessia de uma rua qualquer ou um malfeitor que surgisse.
Tão grandiosa aquela tarefa,que o mundo do homem,agora era descrito pela limitada visão monocromática do cão. Dormiam no mesmo quarto,ambos comiam sempre a mesma comida, e os dois eram corinthianos. Domingos de jogo,na euforia do grito rouco do interlocutor do rádio,quando o grito era '' gol'',vibravam juntos.
No desdobrar de dez anos de fidelidade,existiu um dia que tinha tudo pra ser tão calmo. Amanheceu a casa em silencio,naquela sexta feira de novembro. O coração pequeno do cão não pulsava. Sobre ruínas de desalento,o homem não sabia como proceder. Não tinha ninguém que o socorresse,ninguém para procurar ,ou entender as lagrimas que molhavam o canssaço da fisionomia triste,fazendo brotar dos olhos ineficientes,todo um rio da amargura de uma história que chegou ao fim.
Como pôde um homem,ter no mundo inteirinho,apenas um cão com quem contar? É incabível a forma como que, no ciclo biológico de um homem,caibam a vida de seis cães. Ele o queria fazer eterno,naquele instante. Para que sua companhia solitária durasse,enquanto suas almas existissem. E isso para a vida sofrida daquele homem,significava um tempo considerado muito. Maior do que o tempo que ele não conheceu o céu, maior do que a diversividade das cores,que lhes eram estranhas.
Aquele cão,com certeza foi, o M E L H O R -A M I G O do homem..."
Mas esta história,trata de um sentimento puro e sincero o bastante para ser chamado de companheirismo. As circunstâncias eram cruéis : um homem do qual,lhe foi retirado irremediavelmente o sentido de enxergar e a sua visão era ditada por um cão guia.
A sua confiança era tamanha. Era o animal que o guardava dos perigos constantes,como a travessia de uma rua qualquer ou um malfeitor que surgisse.
Tão grandiosa aquela tarefa,que o mundo do homem,agora era descrito pela limitada visão monocromática do cão. Dormiam no mesmo quarto,ambos comiam sempre a mesma comida, e os dois eram corinthianos. Domingos de jogo,na euforia do grito rouco do interlocutor do rádio,quando o grito era '' gol'',vibravam juntos.
No desdobrar de dez anos de fidelidade,existiu um dia que tinha tudo pra ser tão calmo. Amanheceu a casa em silencio,naquela sexta feira de novembro. O coração pequeno do cão não pulsava. Sobre ruínas de desalento,o homem não sabia como proceder. Não tinha ninguém que o socorresse,ninguém para procurar ,ou entender as lagrimas que molhavam o canssaço da fisionomia triste,fazendo brotar dos olhos ineficientes,todo um rio da amargura de uma história que chegou ao fim.
Como pôde um homem,ter no mundo inteirinho,apenas um cão com quem contar? É incabível a forma como que, no ciclo biológico de um homem,caibam a vida de seis cães. Ele o queria fazer eterno,naquele instante. Para que sua companhia solitária durasse,enquanto suas almas existissem. E isso para a vida sofrida daquele homem,significava um tempo considerado muito. Maior do que o tempo que ele não conheceu o céu, maior do que a diversividade das cores,que lhes eram estranhas.
Aquele cão,com certeza foi, o M E L H O R -A M I G O do homem..."
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