segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
" Algo mudou "
"Um dia novo para quem se achar merecedor dele. Um raio de sol, a sombra de uma arvore, as flores mais lindas da estação, uma flechada do cupido, um amor de verão. Dias felizes. Você está notando? Tudo conspira a seu favor. Minutos sozinhos se transformam logo em saudades. Um carinho, qualquer ato de ternura logo se torna amor. Você olha tudo com outros olhos. A felicidade transborda em seu peito. Nem uma aula de matemática ou o carro quebrar atrapalha seu dia. Ah um tom de magia no ar. Tudo é lindo apesar de ser irreal. Intocável. Você acredita que é verdade claro que é. Os dias ruins se resumem a um passado distante enterrado. Não vale a pena lembrar. Tudo é novo. Ai, você chega ao ponto de se olhar no espelho para contemplar todas as mudanças. E se pergunta ei cara quem é você? Talvez a junção todas essas sensações se resuma em simplesmente estar apaixonado, ou que apareceu na sua vida certo alguém responsável por adoçar sua rotina um pouco. Então aproveite! A paixão não tem preconceito, raça muito menos credo, ela abrange dos cristãos aos ateus. Deixa capacitados os que se julgavam o amor como algo impossível de ser realizado. Pega de surpresa, deixa tonta e acerta sempre o alvo. E ai você está pronto?"
domingo, 27 de fevereiro de 2011
" Passado fértil, futuro banal "
"No século da tecnologia e da invenção, onde os inteligentes e dedicados são os mais valorizados no mercado de trabalho, ocorre uma inversão de valores quanto a isso nas escolas. Os dedicados são rotulados, esquecidos e agredidos e os relaxados são caracterizados como o ouro da escola pelos estudantes.
Segundo Antoine Lavoisier, nada se perde tudo se transforma. Foi o que ocorreu com as gerações de estudantes dos últimos tempos, aquela dedicação ao estudo não foi perdida, somente se transformou. Os jovens estudantes estão mais focalizados nos jogos, vícios e fama, assim esquecem os estudos.
Ao se olhar o passado podemos perceber que haviam poucas formas de entretenimento e todos buscavam maior conhecimento, pois era bem mais vital do que atualmente.
Uma das formas de se controlar essa inversão seria se adaptando às novas tecnologias que mudaram a forma de pensamento dos estudantes do século XXI, ou seja, usar jogos como forma de aprendizado e tornar os vícios em algo banal."
[Sei que podemos fazer isso, basta reunir a galera e fazer acontecer.../]
Segundo Antoine Lavoisier, nada se perde tudo se transforma. Foi o que ocorreu com as gerações de estudantes dos últimos tempos, aquela dedicação ao estudo não foi perdida, somente se transformou. Os jovens estudantes estão mais focalizados nos jogos, vícios e fama, assim esquecem os estudos.
Ao se olhar o passado podemos perceber que haviam poucas formas de entretenimento e todos buscavam maior conhecimento, pois era bem mais vital do que atualmente.
Uma das formas de se controlar essa inversão seria se adaptando às novas tecnologias que mudaram a forma de pensamento dos estudantes do século XXI, ou seja, usar jogos como forma de aprendizado e tornar os vícios em algo banal."
[Sei que podemos fazer isso, basta reunir a galera e fazer acontecer.../]
sábado, 26 de fevereiro de 2011
" Banalização de valores "
[Hoje e amanhã vamos ter opiniões diferentes sobre o Bullyng contra os que se dedicam na escola.../]
"Grandes esquecidos e desprezados e pequenos sendo elevados, em principio uma ideia bastante cultivada na atualidade, onde cada individuo desenvolve uma visão seguindo o ritmo dos atuais modelos de grandeza impostos pela sociedade.
Os grandes apresentavam funções inteiramente ligadas ao conhecimento, não visavam apenas a diversão das plateias ou a modinhas insignificantes como nos casos da nossa atualidade.
Isso o faz com que muitos deem a preferência a todos aqueles que de alguma forma aparentam ser o que elas desejam, tornando o errado, o seu foco principal, tornando o certo "cafona", tornando a inteligência, o justo e o sabio como coisas completamente velhas e retrôs, das quais não as interessam, e aos que se interessam são perseguidos pelos "novos normais".
Uma das soluções para tal inversão de valor seria fundamentar uma sociedade focada em valores morais fazendo com que deixassem de lado todo e qualquer forma de pensamento errado, respeitando assim aqueles que por sua vez conseguiram conquistar a tão sonhada sabedoria e inteligência."
"Grandes esquecidos e desprezados e pequenos sendo elevados, em principio uma ideia bastante cultivada na atualidade, onde cada individuo desenvolve uma visão seguindo o ritmo dos atuais modelos de grandeza impostos pela sociedade.
Os grandes apresentavam funções inteiramente ligadas ao conhecimento, não visavam apenas a diversão das plateias ou a modinhas insignificantes como nos casos da nossa atualidade.
Isso o faz com que muitos deem a preferência a todos aqueles que de alguma forma aparentam ser o que elas desejam, tornando o errado, o seu foco principal, tornando o certo "cafona", tornando a inteligência, o justo e o sabio como coisas completamente velhas e retrôs, das quais não as interessam, e aos que se interessam são perseguidos pelos "novos normais".
Uma das soluções para tal inversão de valor seria fundamentar uma sociedade focada em valores morais fazendo com que deixassem de lado todo e qualquer forma de pensamento errado, respeitando assim aqueles que por sua vez conseguiram conquistar a tão sonhada sabedoria e inteligência."
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
" Cicatrizes "
"Recordo-me de uma vez que,visitando uma tarde de autógrafos,decorreu-se um acontecimento marcante.
“Aquele famoso autor,tinha obras publicadas e traduzidas em vários países e mesmo assim guardava-se em seu íntimo com simplicidade. Os holofotes não intimavam sua simplicidade quando um repórter o indagou:
-- O senhor escreveu tantos livros sobre histórias,mas nunca sobre você. Não pretende escrever uma biografia?
E aquele homem,calmamente foi explicando:
– Escrevo sobre o que vejo, o que me comove,o que aprecio. Nada sobre mim vale a pena ser traçado sobre linhas. Na verdade,tudo que tenho de importante sobre mim esta aqui._e levantou-se,suspendendo a barra da calça de nobre tecido,mostrando seus joelhos. Joelhos estes,marcados pela infância, com cicatrizes profundas._ Esses meus joelhos contam a história inteira de uma infância saudosa,uma criança feliz. Cada marca, um episódio.
E o repórter surpreso, rebateu:
– Mas para essa história ser escrita com marcas,foi necessário dor, derramar sangue. Não pode ter sido uma história feliz.
Mas o Escritor,apenas disse:
– Aprende que não é porque um pouco de sangue foi derramado,não vale a pena ser lembrado. Afinal,é a dor que faz uma criança mergulhar seus olhos em choro,e isso torna o momento impossível de esquecer. São essas,as marcas profundas, as mães das nossas melhores histórias ."
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
" O dono do futuro "
"Quantos minutos já se passarão. Eles ate já formaram anos e os anos são constantes agentes formadores dos séculos. Minha pele já não é tão lisa, vejo minha adolescência, minha juventude cada vez, mas conjugada a um passado distante. Quando era assim púbere e viril. Jamais gastei tempo pensando como seria minha velhice. Pensava para que pensar em anos que possivelmente não viveria. Mantinha em mim um medo quase que oculto de envelhecer. Escondia isso da minha própria consciência. Mais ele permanecia a ali mesmo que no meu subconsciente. Nos aniversários eu gostava das festas das farras, bebidas, amigos e garotas. Tudo era tão belo. Na escola era um galanteador, sempre com pessoas ao meu redor. isso era incrível. Fazia tudo naquele espaço, mas não tinha afinco com os estudos. Meus professores sempre me diziam para estudar, por que beleza vai embora, e leva com ela todo e qualquer tipo de status. Eu não ligava. Não iria envelhecer. No entanto umas ondas de minutos se passaram, vi meus amigos se apegando com as meninas fazendo planos, se dedicando aos estudos. E as noites de farras no qual eu era especialista de nada significavam. Eles eram como frutas amadurecendo nos pomares. Foi quando olhei para meu corpo e vi que não era, mas o mesmo. Havia cabelos brancos, minha liberdade se tornou um codinome para perambulação. Eu queria insistir em permanecer verde. Sabia que isso nunca seria possível. Perdi meus pais, e foi muito duro. Meu pai se culpava por deixar nesse mundo um adulto que não queria crescer. Pela primeira vez me senti um fardo. Procurei emprego, não tinha muita coisa no currículo por isso não permanecia mais que um ano em cada um. O tempo foi se passando e logo comecei a me ver servindo meus amigos de colégio. Aqueles que nunca participavam das minhas noites de festas. Para um homem isso é muita humilhação. E agora me encontro aqui contando minha vida como um conto que ninguém jamais irá seguir. E sei agora que ser, é muito variável. Aprendi da maneira mais dura que aquelas pessoas que passam despercebidos pelas ruelas de nossas vidas tem o mesmo valor que aquelas que passam como maremotos. A grande maioria dos meus amigos obteve sucesso profissional e familiar, e hoje estão mortos, contudo diferente de mim foram capazes de deixar alguém para continuar suas historias ou pelo menos para levar flores aos seus túmulos. Por que nascemos eu não sei, mas sei que morremos a cada dia um pouco para deixar no mundo nossa marca, e depois dela fixada bem ou mal partimos para um além do imaginável. Eu queria poder editar minha historia, tirar dela todos os vícios e momentos de insensatez, mas não posso. Por isso deixo essa retratação para as pessoas que estão percorrendo os caminhos que eu percorri possa antes que seja tarde reescrever suas vidas de um modo, mas coerente por que pensar no futuro não é sinônimo de fraqueza e sim de esperança em poder sonhar e lutar a cada dia suas próprias batalhas para atingir um futuro vencedor."
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